CRUZEX 2018: Aeronaves da Guarda Nacional dos Estados Unidos.

 

 

 

 

 

 

 

 

A Força Aérea dos Estados Unidos participou novamente da Cruzex. Como no evento anterior, vieram aeronaves F-16 Fighting Falcon, pertencentes a Guarda Nacional do Texas e apoiados por um reabastecedor Boeing KC-135.  Os aviões participaram ativamente de toda a operação e na segunda semana tiveram que realizar a troca de um motor, danificado provavelmente por detritos da pista. Seus pilotos são militares da reserva, profissionais liberais que exercem suas profissões no meio civil e dedicam uma parte do ano para o treinamento militar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

Polônia adquire mais 4 aeronaves M-346

 

 

 

 

 

M-346, fotografado em Deblin e em Radom, Polônia, agosto de 2018.

 

O grupo Industrial Leonardo, da Itália,  anunciou que o Ministério de Defesa Nacional da Polônia adquiriu mais 4 aeronaves de treinamento avançado modelo M-346 AJT, em uma negociação de 130 milhões de euros. O pacote inclui também  o suporte técnico e uma atualização para toda a frota de M-346 para o padrão NATO STANAG Edição 3 IFF, desenvolvida pelo fabricante. Com esta aquisição a Polônia alcança um total de 16 aeronaves do modelo. Até o momento já foram comercializados 76 aeronaves do modelo, para a Itália, Polônia, Singapura e Israel.

Fonte: leonardo

 

.

 

Brasil é o primeiro país da América do Sul a realizar reabastecimento de helicópteros em vôo.

 

 

 

Veja o vídeo

Reabastecimento de helicópteros em vôo.

 

 

No período de 10 a 21 de dezembro de 2018, militares da Força Aérea Brasileira (FAB) realizam a primeira fase da Campanha de Ensaio para certificação do sistema de Reabastecimento em Voo (REVO) do helicóptero H-36 Caracal, versão operacional FAB, com a aeronave tanker KC-130H, garantindo ao Brasil ser o primeiro país da América do Sul com a capacidade de reabastecimento em voo com helicóptero.

A operação acontece na Ala 11 (Galeão), Rio de Janeiro (RJ), com o objetivo de certificar, tanto em condições diurnas quanto noturnas (assistida com NVG e desassistida). Dessa forma, serão conduzidas avaliações específicas de ambas as aeronaves para determinar um envelope seguro contendo velocidade, altitude e configurações específicas.

Durante esta fase, são executados ensaios em solo com o objetivo de atestar o correto funcionamento do sistema por meio de cheques funcionais e compatibilidade NVG entre as aeronaves por meio de avaliações qualitativas. Os ensaios em voo com conexão a seco tem o objetivo de avaliar a capacidade de reabastecimento em voo por meio das avaliações do grau de turbulência, verificação de possível interferência na leitura do sistema anemométrico devido à perturbação do ar e verificação do funcionamento do sistema mecânico em voo.

A coordenação da campanha é do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), que participa com duas de suas unidades: o Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), organização militar que atua na certificação de sistemas de gestão da qualidade e o Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), que desde 2014 vem atuando nas previsões teóricas e preparo desta campanha.

Em agosto deste ano, aproximadamente 10 militares que fazem parte da operação realizaram um intercâmbio na United States Air Force (USAF), em que foi possível se familiarizar com cada uma das etapas do REVO. “Foi uma oportunidade de verificar quais os procedimentos são aplicáveis para nossa aeronave e elevar o nível de segurança dos ensaios”, aponta o Tenente Luís Gustavo Leandro de Paula, engenheiro de ensaio em voo do IPEV.

A transferência de combustível em voo possibilita ao H-36 alcançar os extremos dos 22 milhões de km2 do território brasileiro – aDimensão 22, para cumprir as missões de resgate no mar, ajudas humanitárias, infiltrações de tropas e transporte de militares em locais estratégicos. Para o Major Aviador Bruno Roque Teixeira, piloto de ensaio e responsável pelo planejamento da campanha, os benefícios do REVO são o aumento da autonomia e alcance da aeronave. “Num cenário de paz, será possível chegar mais longe num menor tempo. Este pode ser o diferencial para salvar mais vidas, num resgate em alto mar”, ressalta.

As aeronaves H-36 utilizadas na missão são dos Esquadrões Falcão (1o/8o GAV) e Puma (3o/8o GAV), e o KC-130H é do Esquadrão Gordo (1o/1o GT).

Segunda Fase

Após o término bem-sucedido da primeira etapa, será realizada, em 2019, a Fase II, na qual serão feitas as verificações finais de certificação. Em cumprimento ao contrato do projeto H-XBR, uma equipagem de ensaios da empresa Airbus Helicopters virá ao Brasil para apoiar na conclusão do processo de certificação por meio de ensaio em voo com conexão molhada (transferência de combustível) e para realizar treinamento dos pilotos da FAB, que futuramente irão operar o H-36 Caracal.

Preparação

Pilotos e Engenheiros de provas do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) realizaram, no início de dezembro, voos simulados de Reabastecimento em Voo no Simulador do instituto, como atividade preparatória para os ensaios que acontecem agora.

Durante os voos simulados, foi utilizado modelo dinâmico genérico de um helicóptero de categoria pesada em cenário visual similar ao que é encontrado na campanha. Com isso, a atividade atingiu o objetivo proposto de preparar as equipagens de ensaios em voo em termos de cronologia de eventos, divisão de tarefas, fraseologia e métodos a serem aplicados durante os ensaios.

Fonte: Portal da FAB
Foto : IPEV

 

CRUZEX 2018: Participação da Força Aérea do Uruguai.

A Força Aérea do Uruguai marcou novamente sua presença na Cruzex, trazendo suas aeronaves a jato A-37B Dragonfly. Nos eventos anteriores, além do A-37 o país vizinho também trazia suas aeronaves turbohélices IA-58 Pucará, os quais já foram desativados. Este pequeno jato, desenvolvido a partir do treinador T-37, teve grande atuação na guerra do Vietnã, fornecendo apoio ás tropas avançadas e, posteriormente, utilizado por diversos países como plataforma para a luta contra insurgentes.

Segundo o Cmt da delegação uruguaia, Cel Parentini , a Cruzex foi “ uma ótima experiência para compartilhar expertises entre os participantes. É a chance de vermos como as outras Forças Aéreas atuam, trabalhar em conjunto e tentar voar da forma mais efetiva e segura possível”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

 

 

 

 

 

 

CRUZEX 2018, a participação chilena.

Em sua quarta participação na Cruzex, o Chile enviou 05 aeronaves de caça F-16AM Fighting Falcon e uma aeronave de reabastecimento em vôo, Boeing KC-135 Stratotanker. No total, entre pilotos e equipes de apoio vieram cerca de 90 militares. Pela primeira vez operaram lado a lado com a aviação de caça do Peru, que foi a estreante no exercício. Um dos diferenciais da operação dos caças chilenos é sua doutrina de utilização dos paraquedas de frenagem durante os pousos.  Em todos os pousos dos caças F-16 foram observados o acionamento deste dispositivo, ao contrário dos F-16 norteamericanos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

 

Powered by WordPress | Designed by: Best SUV | Thanks to Toyota SUV, Ford SUV and Best Truck